A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte assinalou ontem, em Vila Real, o encerramento das comemorações dos 20 anos do Alto Douro Património Mundial.
Para além da reflexão e perspetiva de futuro para esta região, o dia serviu ainda para a atribuição do prémio Arquitetura do Douro 2022.
Este ano a escolha recaiu no trabalho da arquiteta Paula Pinheiro que considerou o galardão como “um reconhecimento” do seu percurso na arquitetura.
A arquiteta projetou a recuperação de um conjunto de edifícios em ruínas da Quinta do Saião, em Vila Nova de Foz Côa, como um lagar de azeite, uma adega, uma casa das ovelhas, o forno e a antiga habitação do agricultor, que deram origem a uma unidade de enoturismo.
O presidente da CCDR-N, António Cunha, refere que o Prémio Arquitetura Douro premia trabalhos “com criatividade” e em harmonia com a paisagem protegida.
Ontem foi lançado um novo prémio, trata-se de “Vinha Douro” que será realizado de dois em dois anos sendo intercalado com o prémio de arquitetura.
A cerimónia de ontem na Casa de Mateus, encerrou assim uma série de 100 iniciativas que assinalaram os 20 anos de Classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.
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